quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Você pode ler as ultimas noticias do dia e da hora, clicando no Link do Google News situado em cada um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim

O leitor encontrará um LINK do GOOGLE NEWS em cada um dos 600 Blogs que integram o Painel do Coronel Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta.

Ao acessar um dos Blogs do Painel do Coronel Paim, dirija-se ao lado direito da página e clique no primeiro LINK.

Assim, poderá ler, diariamente e, em primeira mão, as Notícias do Brasil e do Mundo, em tempo real, publicadas por esta grande agência noticiosa.

CONFIRA!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Padre Corajoso (Enviado por Jorge Grillo)

Assunto: PADRE CORAJOSO..........
Repassando..

Somente para divulgar esse episódio, que certamente a impressa televisionada não divulgará.....

PADRE CORAJOSO

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições publicas.
Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.


“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…


Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quarteis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças; das misérias e sofrimentos dos pequenos; dos pobres e dos menos favorecidos”.


Frade Demetrius dos Santos Silva * São Paulo/SP

Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Governo investiga suposta fraude nas verbas do Turismo

da Folha Online

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União investigam suposta fraude em que políticos associados a organizações não-governamentais são suspeitos de usar dinheiro do Ministério do Turismo para fazer festas, informa reportagem de Dimmi Amora e Fernanda Odilla, publicada nesta segunda-feira pela Folha.

Levantamento feito pela Folha mostra que, entre as 50 ONGs que mais receberam recursos do Turismo para eventos entre 2007 e 2009, 26 têm relação com políticos e partidos. Há suspeita de pagamento de propina para que as festas recebessem verbas públicas.

Dos recursos para festas em 2010, 95% foram destinados para eventos que os parlamentares incluíram no Orçamento. Na primeiro governo do presidente Lula, o gasto com festas foi de R$ 116,5 milhões. Nos últimos três anos, o valor saltou para R$ 601,2 milhões.

O esquema é similar ao conhecido como a máfia dos sanguessugas, que eclodiu em 2006 e consistia no superfaturamento de ambulâncias compradas com recursos provenientes de emendas apresentadas pelos congressistas ao Orçamento da União.

domingo, 28 de março de 2010

Força-tarefa da PF contra corrupção (Manchete do Jornal do Brasil)

Plano prevê a criação de estruturas de repressão ao colarinho branco

Na fila à espera de uma definição do Ministério do Planejamento, o Plano Estratégico da Polícia Federal prevê a criação de novas estruturas para apurar desvios de recursos e é considerado a maior ofensiva institucional para melhorar as investigações contra os chamados criminosos de colarinho branco.

O plano mexe na atual estrutura da Coordenação Geral de Polícia Fazendária, que, com apenas dois delegados lotados numa única divisão, em Brasília, é responsável pelo combate à corrupção.

Pelo novo organograma, a ela seriam agregados três novos órgãos: a Divisão de Repressão a Crimes contra a Administração Pública, a Divisão de Combate aos Desvios de Verbas Públicas e o Serviço de Repressão às Fraudes e Licitações, esta para tratar das concorrências públicas.

(págs. 1, A8 e A9)

quinta-feira, 4 de março de 2010

STJ rejeita recurso de DD e ‘ressuscita’ a Satiagraha



Patrícia Stavis
Como previsto, a 5ª Turma do STJ julgou recurso formulado por Daniel Dantas. Para gáudio da platéia, mandou-o ao arquivo.



Por 4 votos a 1, o tribunal decidiu manter nos cancanhares de Dantas o juiz Fausto de Sanctis (foto), que a defesa acusara de “parcial”.



Com isso, preservaram-se todos os atos praticados pelo juiz.



Inclusive a sentença que condenou Dantas a dez anos de cana por “corrupção ativa”.



De resto, De Sanctis está agora de mãos desatadas. Ficou liberado para proferir a sentença em ação penal que repousa sobre sua mesa.



Nessa ação, Dantas e Cia. são acusados de crimes financeiros variados –lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas...



...Formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras.



A decisão do STJ como que ressuscitou a Operação Satiagraha, cujos processos haviam sido suspensos, por meio de lminar, em dezembro do ano passado.

Escrito por Josias de Souza às 17h33

terça-feira, 2 de março de 2010

Luiz Carlos Nogueira Escreve

Eis, o seguinte comentário feito por Luiz Carlos Nogueira, neste Blog:

Às 25 de fevereiro de 2010 03:43 , Blogger Blog do Paim disse...

Os cidadãos brasilienses não merecem suportar tanta corrupção.

Chega a ser nojento e humilhante perante as demais nações do planeta, que a Capital do nosso País fique nas mãos de pessoas inescrupulosas, que tentam de todas as formas se agarrar no poder que a tudo permite.

Essa conversa de procurar ajustar as coisas para que haja governabilidade é um grande embuste. É preciso higienizar Brasilía para o seu povo trabalhador e pagador de impostos. Que haja a intervenção federal sim.

Luiz Carlos Nogueira

nogueirablog@gmail.com

segunda-feira, 1 de março de 2010

Apadrinhado de Tasso, ex-presidente do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) na gestão FHC, é condenado pela J. Federal por improbidade administrativa




A Justiça federal condenou, por improbidade administrativa, Byron Costa Queiroz, ex-presidente do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) na gestão FHC.



Apadrinhado do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Byron foi condenado, junto com outras cinco pessoas, a ressarcir prejuizos estimados em mais de R$ 7 bilhões.



Levada à página do Ministério Público na web, a notícia chega em má hora para Tasso Jereissati.



Justamente no instante em que o nome do senador frequenta o noticiário como alternativa de vice para o presidenciável tucano José Serra.



Chama-se Alessander Sales o procurador da República autor da ação que resultou na condenação do apadrinhado de Tasso.



Ele acusara Byron e outros cinco ex-gestores do BNB (três diretores e dois superintendentes) de improbidade administrativa.



Os malfeitos referem-se ao período de 1997 a 2000. Coisas assim, segundo a sentença judicial:



1. Rolagem de dívidas sem qualquer tipo de análise técnica. Vencidos e não pagos, os débitos não eram provisionados como créditos podres.



2. Manutenção de mais de mais de 20 mil operações vencidas em prazo superior ao permito pelo Banco Central (360 dias).



3. Rolagem em bloco de diversas operações de crédito, sem a necessária formalização.



4. Má gestão do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Recursos externos do fundo eram repassados sem formalização e dívidas atrasadas deixavam de ser reclassificadas. Com isso, tornava-se impossível aferir a situação dos devedores inadimplentes com o banco.



Além de dividir com os outros cinco condenados os prejuízos causados ao BNB, Byron foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos e multa de R$ 200 mil.



Os demais acusados são: Ernani Varela, Osmundo Rebouças e Raimundo Carneiro, que integravam a diretoria do Banco do Nordeste...



...E dois ex-superintendentes da instituição: Antônio Arnaldo de Menezes (área Operacional) e Marcelo Pelágio (setor Financeiro).



Aos diretores, a Justiça impôs o ressarcimento solidário dos prejuízos de R$ 7 bilhões, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e multa de R$ 100 mil cada um.



Aos superintendentes, além do ressarcimento e perda dos direitos políticos por cinco anos, multa de R$ 70 mil cada um.

Escrito por Josias de Souza às 18h15



A Justiça federal condenou, por improbidade administrativa, Byron Costa Queiroz, ex-presidente do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) na gestão FHC.



Apadrinhado do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Byron foi condenado, junto com outras cinco pessoas, a ressarcir prejuizos estimados em mais de R$ 7 bilhões.



Levada à página do Ministério Público na web, a notícia chega em má hora para Tasso Jereissati.



Justamente no instante em que o nome do senador frequenta o noticiário como alternativa de vice para o presidenciável tucano José Serra.



Chama-se Alessander Sales o procurador da República autor da ação que resultou na condenação do apadrinhado de Tasso.



Ele acusara Byron e outros cinco ex-gestores do BNB (três diretores e dois superintendentes) de improbidade administrativa.



Os malfeitos referem-se ao período de 1997 a 2000. Coisas assim, segundo a sentença judicial:



1. Rolagem de dívidas sem qualquer tipo de análise técnica. Vencidos e não pagos, os débitos não eram provisionados como créditos podres.



2. Manutenção de mais de mais de 20 mil operações vencidas em prazo superior ao permito pelo Banco Central (360 dias).



3. Rolagem em bloco de diversas operações de crédito, sem a necessária formalização.



4. Má gestão do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Recursos externos do fundo eram repassados sem formalização e dívidas atrasadas deixavam de ser reclassificadas. Com isso, tornava-se impossível aferir a situação dos devedores inadimplentes com o banco.



Além de dividir com os outros cinco condenados os prejuízos causados ao BNB, Byron foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos e multa de R$ 200 mil.



Os demais acusados são: Ernani Varela, Osmundo Rebouças e Raimundo Carneiro, que integravam a diretoria do Banco do Nordeste...



...E dois ex-superintendentes da instituição: Antônio Arnaldo de Menezes (área Operacional) e Marcelo Pelágio (setor Financeiro).



Aos diretores, a Justiça impôs o ressarcimento solidário dos prejuízos de R$ 7 bilhões, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e multa de R$ 100 mil cada um.



Aos superintendentes, além do ressarcimento e perda dos direitos políticos por cinco anos, multa de R$ 70 mil cada um.

Escrito por Josias de Souza às 18h15